quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sucessos dos Beatles chegam finalmente ao iTunes

Por: Yinka Adegoke
Fonte: G1

Finalmente, os Beatles estão disponíveis no iTunes. Os 13 álbuns do lendário grupo pop agora podem ser baixados através da maior varejista digital de música do mundo, anunciou a Apple nesta terça-feira.

'Estou particularmente feliz que não me perguntarão mais quando os Beatles entrarão no iTunes', disse Ringo Starr em comunicado. 'Finalmente, se você quiser, pode tê-los.'

As músicas estarão a venda por 1,29 dólar cada, os álbuns a 12,99 dólares, e os álbuns duplos a 19,99 -- em linha com as outras músicas a preços premium no iTunes.

O acordo foi fechado depois de anos de negociação entre o fundador da Apple, Steve Jobs, a empresa que administra os Beatles, a Apple Corps, e a gravadora dos Beatles, a EMI Group.

As negociações por um acordo foram frustradas anteriormente por preocupações das pessoas

que protegem o legado dos Beatles, incluindo receios de que o valioso catálogo de canções perderia o valor ao ser vendido como músicas individuais ou aumentando o potencial de pirataria digital.

A disponibilidade dos álbuns de sucesso como 'Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band', 'Revolver' e 'Abbey Road' devem impulsionar as vendas de música digital nesse trimestre, enquanto fãs baixam as músicas para encher seus iPods e outros aparelhos de mídia.

O primeiro indício de um possível acordo surgiu em 2007, depois que a Apple resolveu uma disputa de décadas pela marca da empresa dos próprios Beatles, a Apple Corps.

Mas Yoko Ono, viúva de John Lennon; Olivia Harrison, viúva de George Harrison; e dois Beatles que ainda estão vivos, Paul McCartney e Starr, tiveram desacordos entre eles sobre se permitiriam que a música fosse disponibilizada em formato digital.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Autor lança HQ dos Beatles no Brasil


Depois de contar a história do rock desde os primeiros bluesman até o indie rock contemporâneo, o quadrinista francês Hervé Bourhis, autor de "O Pequeno Livro do Rock", foca seu olhar e ilustrações na carreira de um dos maiores representantes do estilo: os Beatles.

Em "O Pequeno Livro dos Beatles" o autor retrata toda a trajetória da banda, de 1940 a 2009, contando inclusive detalhes da carreira solo de cada um de seus integrantes.

Para comemorar o lançamento, a editora Conrad garantiu a presença de Hervé na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, no dia 27 de novembro, às 13h30. No evento o autor deve conversar sobre seu trabalho como quadrinista, além de autografar suas duas graphic novels.

John Lennon é face de moeda na Inglaterra

John Lennon recebeu mais uma homenagem. Dessa vez da Casa da Moeda Britânica. Está à venda pela internet uma moeda de prata que não poderá ser usada no comércio, com a imagem de Lennon, com seus óculos redondos.

A imagem de Lennon foi escolhida pelo público para estampar a moeda que terá o valor estampado de cinco libras (8 dóllares), mas que custará 44,99 libras. A imagem foi escolhida por meio de um concurso e Lennon ganhou com 92% dos votos. Foram feitas 5 mil cópias.

A moeda pode ser comprada no site www.royalmint.com/johnlennon. Além de Lennon, já estamparam moedas como essa o escritor William Shakespeare e o ex-primeiro-ministro Winston Churchill.

"Band on The Run" ganha prêmio e McCartney dedica à Linda

Paul McCartney ganhou o prêmio "Álbum Clássico" para o álbum "Band on The Run", lançado em 1974 e relançado no dia 1 de novembro remasterizado. Na ocasião, o ex-beatle dedicou o prêmio a sua mulher, Linda, que morreu de câncer em 1998.

Fotos raras de Lennon feitas 2 dias antes de sua morte

Abaixo uma raridade. Algumas das últimas fotos feitas de John Lennon, no dia 6 de dezembro de 1980, dois dias antes de Lennon ser morto. Nas fotografias, o ex-beatle está dando uma entrevista ao DJ Andy Peebles, da Radio 1. Na ocasião, ele disse que se sentia seguro e confortável nas ruas de Nova York. As fotos foram feitas pelo produtor da BBC, Paul Williams, no estúdio Hit Factory. Era para a entrevista ter começado ao meio dia, mas Lennon ficou até tarde ensaiando só podendo conceder a entrevista às 18h.

Ao Daily Mail, Peebles, de 61 anos, disse: "A entrevista estava prevista para durar apenas uma hora. Mas John estava gostando e lembrando de tantas coisas que falamos por 3h20. As fotografias fazem parte de um conjunto de dez, que foram a leilão."




Fonte: Daily Mail

John Lennon no Japão comendo Cup Noodles

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Vídeo da queda de Paul McCartney no show de SP

Gerações unidas pelos Beatles

Por: Adriana Del Ré
Fonte: Jornal da Tarde

É na imagem de Paul McCartney – que se apresenta hoje e amanhã em São Paulo – que fãs dos Beatles costumam realimentar sua devoção à lendária banda de Liverpool. É como se o grupo nunca tivesse acabado, tamanho o culto a ele. E isso não se aplica apenas a gerações mais contemporâneas do quarteto. Há beatlemaníacos que literalmente mal deixaram as fraldas. É o caso de João Pedro, de 3 anos. Morando com os pais em Curitiba, ele já está na capital paulista e aguarda, ansioso, ao primeiro grande show de sua vida, hoje, no Estádio do Morumbi. “Todo dia, ele me pergunta quando vai ser o show”, afirma seu pai, o músico Osmar Piffer Neto, de 26.

Segundo a mãe, a farmacêutica Vanessa Vitoriano da Silva, de 32, o filho já sabe o que quer ouvir no set list: Drive My Car e Band On The Run. Ah, tem mais uma canção. “Calico Skies”, diz, ao telefone, o próprio João Pedro. Prova de que o pequeno especialista em Beatles conhece até o lado B de McCartney – a música está em seu disco Flaming Pie, de 1997. “Quando tinha 1 ano, ele ganhou um DVD dos Beatles, ao qual assistia sempre. Começou a fazer os trejeitos do Ringo naquelas baterias de brinquedo. Fala que é o Paul”, conta Vanessa. “De uns tempos para cá é que passou a ouvir outras coisas. Mas antes eu dizia ‘vamos ouvir Bono (do U2)’ e ele pedia para trocar por Beatles. Teve uma fase que nem a gente aguentava mais ouvir a banda (risos).”

A estudante Luisa Roubicek, de 18, que vive em São Paulo, não é tão precoce quanto João Pedro, mas arrastou seus pais para Liverpool, aos 11 anos, e dois anos depois, para Nova York, onde visitou o prédio onde John Lennon morou. “Meus pais gostam de rock, mas acho que hoje sou mais fã de Beatles do que eles”, acredita a garota, cujo quarto tem as paredes tomadas por pôsteres da banda. Ela vai ao show hoje, na arquibancada especial, acompanhada dos pais, tios e primos. “Eu sabia que na hora que o Paul viesse ao Brasil, eu não pensaria duas vezes antes de gastar o que fosse necessário. Esperei a vida inteira por isso”, completou Luisa, que só não vai na pista premium porque, quando finalmente conseguiu efetuar a compra online, os ingressos para o setor já estavam esgotados.

Bolo personalizado
No quesito “não medir esforços para ver Paul McCartney de perto”, a funcionária pública pernambucana Cláudia Tapety, de 44, vai mais além. Há 20 anos, ela deixa sua Recife e acompanha os shows do ex-beatle pelo mundo, seja onde for: EUA, Porto Rico, Argentina… Mas não adianta só ser mais uma fã, tem de participar. Pelo menos é o que pensa Cláudia.

Por isso, ela se hospeda nos mesmos hotéis onde está McCartney. Aliás, neste momento, já deve estar instalada no hotel Hyatt, em São Paulo, – onde ele deveria se hospedar – e com um carro alugado, ornamentado com fotos do músico inglês. “Ele adora isso. Quando Paul veio ao Brasil em 1993, a gente emparelhou nosso carro (também enfeitado) com o dele no aeroporto. Lá, ele saiu do jatinho e foi falar com a gente”, conta ela.

Todo dia 18 de junho, religiosamente, Cláudia organiza uma festa de aniversário para seu ídolo, com direito a bolo personalizado. As fotos dessas festinhas particulares, ela diz já ter enviado ao aniversariante, assim como outros presentes. Depois de tanto tempo, Cláudia ainda espera ter uma chance de tirar foto abraçada com McCartney. Mas não faz disso um objetivo de vida. “Viajo para assistir aos shows. Se eu conseguir tirar essa foto, estou no lucro.”

Trabalho dos sonhos dos beatlemaníacos

Por: Pedro Antunes
Fonte: Jornal da Tarde

O trajeto de 20 quilômetros percorridos no caminho de casa, na Serra da Cantareira, para o trabalho, na Vila Mariana, na ida ou na volta, pode durar de 30 minutos a duas horas e meia. No aparelho de som do carro, um Peugeot 307 preto, um CD gravado com a discografia dos Beatles está sempre lá. Os amigos até fazem piada com isso. Não é uma situação incomum entre os beatlemaníacos. Mas no caso dele, é sim.

Beto Iannicelli, de 53 anos, passa de 10 a 14 horas por dia trabalhando numa sala sendo obrigado a ouvir o som do quarteto de Liverpool até a exaustão. Ele é professor de música, ou melhor dizendo, professor de Beatles. É, na verdade, um daqueles caras que conseguem juntar o útil ao agradável. Por mais clichê que soe. Mistura o lazer ao trabalho.

Numa sala dentro do Centro de Orientação Musical, decorada com pôsteres e fotos do Fab Four, Beto recebe alunos de música interessados em estudar todo o material produzido pela banda de Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Star. São mais de 50 beatlemaníacos como ele que, semanalmente, passam uma hora estudando cada detalhe, cada timbre e até cada erro nas gravações dos Beatles. São aulas de guitarra, violão e baixo (que custam R$ 320 por mês) além de opções de curso de voz e arranjos utilizado nas gravações (R$ 340).

“Não posso dizer com 100% de certeza. Mas 99% dos alunos que já passaram por mim eram fã dos Beatles”, explica ele. Afinal, o curso não é para iniciantes. “Não me lembro de ter chegado para alguém dizendo que vamos aprender tal música, e ele não saber qual é.” Para entrar no Complete Beatles Songs – como é chamado o curso – , é preciso ser iniciado em algum instrumento. “Não tenho paciência para ensinar como fazer um acorde básico, pegar o dedo do aluno e colocá-lo no lugar certo. Acho que o jogaria pela escada abaixo (risos)”.

Não passa de uma piada. Beto faz o tipo tranquilo, chama os outros de maneira carinhosa, como “velhinho”, tem cabelo um pouco longo, encaracolado, e mantém o bigode bem aparado, ambos grisalhos. Cobra perfeccionismo, é evidente, mas é algo que qualquer fã exige ao ouvir um cover da sua banda favorita. Com Beto e seus alunos, não seria diferente.

Quatro décadas de mania
O professor garante que ouvir Beatles não cansa. “Eu os escuto desde 1964”, disse. Tinha 7 anos. Com essa idade, conta ele, já pegava um violão e tocava It Won’t Be Long, música do disco With the Beatles, lançado um ano antes. Desde então, ele não parou mais. Tornou-se músico, arranjador, compositor. Há dez anos, cansou de dar aula na Universidade Livre de Música (ULM). “Resolvi fazer o que eu gostava”, explica Iannicelli. A divulgação boca a boca deu conta de começar a encher a agenda de aulas. Atualmente, só existem duas vagas.

Tal fixação também está presente em casa. A família toda, formada pela mulher, três filhas e um filho, herdaram a paixão pelo quarteto. Eles estiveram no show de Paul McCartney em Porto Alegre, no dia 7, e irão hoje e amanhã ao Morumbi. “Ver a reação deles no show é indescritível.” Para ele, será uma curtição. E, para variar, será ao som de Beatles.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Preparativos para o show de Paul McCartney

Como vocês perceberam, nos últimos dias o blog ficou sem atualização. É que estamos preparando um especial com tudo o que vai acontecer durante os shows de Paul McCartney em Porto Alegre e São Paulo. Além de um especial sobre os 30 anos de morte de John Lennon. Aguardem!

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