Fonte: Whiplash
quinta-feira, 28 de abril de 2011
The Beatles: Primeiro contrato do grupo vai a leilão
Fonte: Whiplash
quinta-feira, 17 de março de 2011
Smack My Bitch Up X Beatles
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Os concorrentes dos Beatles
Quem viveu a década de 60 na Inglaterra provavelmente não gostava apenas de Beatles e Rolling Stones, como costuma-se imaginar. As cenas de histeria coletiva causadas pela Beatlemania, de fato, são marcantes. Mas os Beatles não eram onipresentes. Bandas como Gerry & The Pacemakers, Herman’s Hermits, The Yardbirds (de Eric Clapton), The Hollies, Dave Clark Five e The Swinging Blue Jeans, hoje ilustres desconhecidas do público, disputavam espaço nas rádios, nas paradas de sucesso e na preferência dos fãs tanto quanto os FabFour.
Eram grupos formados em Liverpool e Londres então apontados como representantes do Merseybeat (os de Liverpool) e Britpop ou Iê iê iê (bandas de Londres e outras cidades do país). Que tipo de som essas bandas faziam? Elas eram realmente boas? Para responder a essas perguntas, o pesquisador musical Marcelo Fróes teve acesso às gravações originais. O resultado pode ser conferido na coletânea Britpop – O Legítimo Pop Britânico dos Anos 60, dividida em três volumes e distribuída pela Discobertas.
Beatles e Rolling Stones foram os grupos que sobreviveram àquele efervescente período. Quase todos os seus contemporâneos terminaram suas atividades antes mesmo do icônico ano de 1969 – o ano do festival de Woodstock – acabar, quando os hippies tomaram o mundo. Foi então que surgiram bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Queen e Deep Purple. No Brasil, o britpop foi, na década de 60, uma das peças fundamentais para o surgimento da Jovem Guarda. A Dave Clark Five Band ganhou visibilidade no País quando Jerry Adriani regravou Because, hit da banda que ganhou o nome de Porque.
Se por aqui essa presença se fazia de maneira mais tímida, no Reino Unido havia uma verdadeira briga por espaço. Os encartes da coletânea ajudam a ter uma dimensão do que foi aquele cenário. Além de exibirem fotos históricas e reproduções das capas de discos, trazem a posição que a canção ocupou no topo das paradas. A Dave Clark Five Band, por exemplo, se projetou para além do círculo nacional ao se apresentar no programa de TV americano Ed Sullivan Show, um dos mais importantes da época.
Lennon e McCartney
É interessante notar que as bandas que concorriam com os Beatles eram adeptas da moda dos terninhos e cortes de cabelo tipo moptop – justamente o estilo lançado pelos Beatles. Além disso, John Lennon e Paul McCartney compuseram canções para seus concorrentes, que eles mesmos nunca gravaram. Essas canções não estão na coletânea, mas há um caso curioso neste lançamento: I Saw Her Standing There. Sucesso dos Beatles, a música foi regravada por Duffy Power. Mas a versão do cantor não teve a mesma repercussão, e ficou como mais uma de seu repertório.
Herman’s Hermits é uma das bandas com maior hits na coletânea: sete. Eles estouraram em 1964 e até chegaram a gravar um filme bem ao estilo de Os Reis do Iê Iê Iê, dos Beatles – Mrs. Brown, You've Got a Lovely Daughter (1968), longa homônimo a um hit do grupo. Como músico substituto na guitarra, vale dizer, eles tinham Jimmy Page. A canção da banda que mais se destaca na coletânea é I’m Into Something Good.
A coletânea, enfim, traz os grandes hits daquela fase – como Here I Go Again (chegou a ocupar o 4º lugar na parada), For Your Love (3º lugar), The House of The Rising Sun (1º lugar) e The Hippy Hippy Shake (2º lugar). É um resumo com o que de melhor se produziu numa das épocas mais criativas da história da música.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Pete Best não demonstra mágoa por ter saído dos Beatles

Em entrevista coletiva, ele destacou a proximidade com John Lennon, ironizou Ringo Starr, que o substituiu na bateria da banda mais famosa de todos os tempos, e falou sobre o início do grupo e sua relação com ex-companheiros após a explosão da banda. "John era o mais próximo. Ele era minha alma gêmea, éramos quase irmãos", afirmou Best. "Depois que eles explodiram, ninguém conseguia chegar perto. Nem eu, que era amigo de todos, conseguia sequer falar com eles ao telefone."
Sem demonstrar mágoa, o baterista afirma que não sabe porque foi demitido da banda. "Eu realmente não sei o que aconteceu. Muitos falam que foi porque eu era o mais calado, mas isso não é verdade. Éramos todos calados, mas o George Harrison era o mais tímido. Talvez tenha sido porque eu era o mais bonito", brinca o baterista.
Pete Best revelou ainda que chegou a se apresentar com os Beatles "em três ou quatro ocasiões", em Liverpool. Perguntado se conversou com Ringo Starr, seu substituto, ele explica que, desde 1962, nunca mais falou com Ringo. "Eu conhecia o Ringo. Éramos bateristas, de Liverpool. Nos encontravámos eventualmente e conversamos. Mas depois que deixei a banda e ele assumiu, nunca mais nos falamos. Nem mesmo quando nos apresentamos juntos", conta.
Acompanhado dos músicos da banda Clube Big Beatles, única banda brasileira citada no Hall da Fama do Cavern Club, em função das 16 apresentações consecutivas na International Beatle Week, Best falou ainda sobre a expectativa para as apresentações em Vitória. "Estamos preparando um show especial e inesquecível. Vamos cantar muitas músicas que eu toquei com os Beatles e estamos preparando algumas surpresas para o público".
Ao ser questionado pelo produtor e líder da Clube Big Beatles, Edu Henning, sobre o fato de ser o mais assediado pelas garotas durante sua passagem pelo quarteto de Liverpool, Best foi humilde. "Eram elas que nos escolhiam, mas foram muitas garotas."
O primeiro show do baterista com a banda Clube Big Beatles acontece no sábado, dia 8, no Spirito Jazz, na Praia do Canto, em Vitória. No domingo, eles voltam a se reunir para uma apresentação gratuita, na Praia de Camburi, também na capital. Esta apresentação vai contar ainda com a presença da Banda da Polícia Militar e do baterista dos Paralamas do Sucesso, João Barone.
Além de músicas dos Beatles, Pete também vai tocar músicas de sua banda, The Pete Best Band.
Vida de Rock Star
Pete Best foi o primeiro baterista e fundador dos Beatles, ao lado John Lennon, Paul McCartney e George Harisson. Ele ficou com o grupo de 1959 até 1962. Durante esse tempo, quando a banda ainda buscava espaço no cenário europeu, eles fizeram três viagens a Hamburgo, na Alemanha, onde se apresentavam em bares repletos de prostitutas, viajantes e marinheiros. "A primeira vez que fomos a Hamburgo ficamos quatro meses. Na segunda, três meses. E na terceira, dois meses. Foi um ótimo tempo. Vivemos uma vida de estrelas do rock", afirma o baterista, sem detalhar as aventuras vividas na Alemanha.
Pete foi substituído por decisão do empresário da banda, Brian Epstein, que alegava que o produtor do grupo, George Martin, estava insatisfeito com Best. Depois de deixar a banda, Best ainda tentou continuar no show business, mas já casado e com uma filha, decidiu arrumar um emprego. O primeiro trabalho foi como padeiro. "Apesar de ter me formado, ninguém me dava emprego porque achavam que eu voltaria para a música. Então, o único trabalho que consegui foi como padeiro", explica o baterista.
Ele trabalhou como padeiro por um ano, até se tornar funcionário público. Em 1988, quando se aposentou, decidiu retornar ao mundo da música, com a The Pete Best Band. "Desde então, já tocamos em várias partes do mundo, lançamos dois DVDs, um livro que conta a história do início dos Beatles e, principalmente, fiz muitos amigos", conta Best.
Por: Alex Cavalcanti
Fonte: Jornal do Brasil
Ferrari 330 GT de John Lennon a leilão

Nowhere Boy: drama da juventude de Lennon
Talvez o maior problema dos filmes baseados em fatos reais, principalmente os de personagens contemporâneos, seja a vontade de deixá-los muito perecidos com os da vida real. Mais do que achar um bom John Lennon ou um Paul McCartney convincente, a produção quer encontrar sósias. E geralmente isso não dá certo.Mas a diretora Sam Taylor-Wood quis algo diferente em Nowhere Boy, que faz um recorte na vida de Lennon aos 17 anos. Ela escolheu um elenco de primeira - Kristin Scott-Thomas, como a rigorosa tia Mimi; Anne-Marie Duff, como a errática Julia; o promissor Aaron Johnson, que faz John, e até o esquisitinho Thomas Sangster, como Paul McCartney.
Desde Backbeat, longa de 1994 que mostra o início da carreira dos Beatles em Liverpool e Hamburgo, focando em Stuart Sutcliffe, não se via uma produção tão boa dos Beatles. Aliás, os Beatles pouco participam de Nowhere Boy. É, antes de mais nada, a história de rapaz que vive em família desestruturada numa Liverpool pós guerra. E o foco é uma fase turbulenta da juventude de Lennon: a morte de seu tio George, a aproximação com a mãe Julia, de quem mal se lembrava, a descoberta de Elvis e seu interesse pela música.
O filme não se preocupa em destrinchar a personalidade do gênio John Lennon. Prefere centrar nos conflitos emocionais e familiares. Por isso é um filme sensível, inspirado na vida de Lennon, e que pode ser visto por fãs e não fãs que apreciam um bom drama.
A diretora deixa apenas uma palhinha de música com os Beatles e quando sobem os letreiros a sensação que se tem é de querer ouvir mais, de ver mais, de saber mais.
Se o filme é baseado também em personagens vivos, caso de Paul McCartney, é curioso saber o que ele achou do filme. Macca, na verdade, criticou Nowhere Boy. Ele contou a um site americano que chegou a dizer à diretora Sam Taylor-Wood que havia cenas erradas, mas ela simplesmente respondeu de maneira desinteressada. "Sim, Paul, mas é só um filme", ela disse. E Macca dá exemplo de uma cena que não gostou: "John realmente me deu um soco, como foi mostrado em 'Nowhere Boy', mas o meu personagem é um tipo de cara tranquilo, parece que não me importei com isso."
Além de Beackbeat, caprichado em áudio e vídeo, outra dica de filme para fãs sobre os Beatles, embora seja ficção, é o longa Two Of Us, de 2000. Nele, um suposto e misterioso encontro entre John e Paul teria ocorrido em 1975, em Nova York. Ambos estão disponíveis em locadoras.
Cartas íntimas de John Lennon serão publicadas
Yoko Ono vendeu ao grupo Orion Publishing Group uma série de cartas publicadas por seu ex-marido, John Lennon. O material tem um total de 150 textos escritos pelo músico, principalmente após a fase em que ele e a artista realizaram diversos protestos contra a Guerra do Vietnã.Segundo o jornal britânico "The Guardian", são centenas de páginas e há inclusive textos enviados por Lennon para jornais e gravadoras, além de anotações de quando ele tinha 8 anos.
"Elas [as cartas] eram cheias de desenhos maravilhosos. Elas eram divertidas, tristes... Elas era cartas muito humanas", explicou Alan Samson, que não comentou o valor pago pela Orion em relação ao material. Especula-se que tenha sido mais de 500 mil libras e menos de 1 milhão de libras.
As cartas serão publicadas em outubro de 2012, como forma de celebrar os 50 anos no lançamento de "Love me do", primeiro single lançado pelos Beatles
Fonte: G1
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Shows em homenagem a Paul McCartney
Gwen Stefani e seus companheiros de banda do No Doubt se apresentaram no Kennedy Center Honors, em um tributo a Paul McCartney, que foi ao ar na terça-feira 28 de dezembro. A cantora de 41 anos de idade se apresentou com as canções dos Beatles, “Hello, Goodbye” e “Penny Lane”.
Os outros homenageados durante a noite foram Oprah Winfrey, o compositor Jerry Herman, a artista country Merle Haggard, e o coreógrafo Bill T. Jones.
Outros artistas que cantaram em homenagem a Paul McCartney incluiu Norah Jones, Dave Grohl, Steven Tyler e James Taylor.
Entre os convidados VIP do evento estavam o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a primeira dama Michelle Obama, além das atrizes Julia Roberts e Christine Baranski (The Good Wife) e dos atores Matthew Morrison (Glee), Alec Baldwin, Chris Rock e Matthew Bomer (White Collar).
O tributo a Paul teve um final incrível ao som da música “Let It Be” e deixou um baita nó na garganta do nosso homenageado, com um enorme coral ao fundo e todos os artistas que se apresentaram nesta noite juntos no palco, a platéia cantou junto de pé, emocionados.
Fonte: Jornal Espalhafato
Torcida de Liverpool na década de 60 cantando Beatles
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
McCartney pode tocar no casamento de príncipe William

Fontes disseram à publicação que Paul seria a escolha número um do casal para se apresentar no casamento e que eles não conseguiram pensar em ninguém mais perfeito.
Paul teria contado aos amigos sobre a honra que o convite, recebido há algumas semanas, lhe proporcionara.
McCartney já tem alguns laços com a realeza britânica. Em 1997, ele recebeu o título de Sir pelas mãos da rainha Elizabeth.
Apesar de as fontes confirmarem o convite à publicação, o porta-voz oficial do Palácio de Buckingham nega que isso seja verdade.
Fonte: Terra

