sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Famosos dão a cara em selos da PETA



Por: Vera Valadas Ferreira
Fonte: Destak Portugal 

 Natalie Portman, Paul McCartney, Ellen DeGeneres, Bryan Adams e Pamela Anderson são alguns dos protagonistas desta edição filatélica especial. Segundo os mentores do projecto, esta é uma forma eficaz de despertar consciências para a temática, mostrando ao grande público que muitas celebridades famosos são amigas dos animais e e recusam-se a consumir carne e ou a usar peles. 

 Cada selo contém uma declaração da estrela convidada, explicando as razões que a levaram a tornar-se vegetariana. «Comer, para mim, é a forma como mostramos as nossas crenças três vezes ao dia», comenta, por exemplo, a actriz oscarizada Natalie Portman. Os músicos Morrissey, Chrissie Hynde (vocalista dos Pretenders) e Leona Lewis, e o realizador Woody Allen são outras das pessoas influentes que aderiram ao projecto. «É apenas uma outra maneira de ser capaz de falar sobre o que os animais passam nos matadouros», sublinha Lisa Lange, vice-presidente da organização. 

 Mas da lista de personalidades retratadas não constam apenas nomes actuais. O visionário renascentista Leonardo da Vinci, o matemático grego Pitágoras, o líder indiano Gandhi e o escritor russo Tolstoi também integram a colecção. «O nosso mundo não seria o mesmo sem suas conquistas», explica a PETA.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Amplificador de George Harrison vai a leilão


Usado por George Harrison durante as gravações dos discos 'Revolver' e 'Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band', o amplificador Vox UL730 será leiloado em 15 de dezembro, em Londres. É esperado que o objeto chegue a valores entre 50 e 70 mil libras (ou R$ 140 e R$ 196 mil).

A raridade foi encontrada por acaso, quando um engenheiro de som estava arrumando o aparelho e notou a marcação com o nome do Beatle. Alguns amplificadores da série foram dados à banda em 1966 e enquanto Lennon e McCartney os trocaram por modelos mais potentes, Harrison continuou usando o Vox até o ano seguinte.

"Pouquíssimos amplificadores usados pelos Beatles foram leiloados antes e encontrar um utilizado em dois álbuns tão significativos é realmente raro e empolgante", declarou Stephen Maycock, um dos consultores do leilão que ocorrerá na casa Bonhams.

Fonte: MTV

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

'To-do list' de John Lennon pode valer R$ 5 mil



Uma inusitada e não datada 'to-do list' (algo como 'lista de tarefas, em português) feita pelo ex-beatle John Lennon será leiloada pelo site Gotta Have Rock and Roll, sediado em Nova York, nos Estados Unidos. O lance mínimo para arrematar o documento foi fixado em US$ 3 mil – aproximadamente R$ 5 mil. A lista teria sido escrita no dia 22 de maio, mas não há especificado em que ano.

Entre os afazeres – são 11, no total – que Lennon tinha pela frente estão um compromisso com um técnico de TV (“você o deixa entrar”, “você diz a ele o que deve ser feito”) e o lembrete de que eles precisam de mais marmelada.

Há ainda um parágrafo confuso sobre uma oferta recebida por uma estação de rádio local. “Descubra isso. Talvez nós queiramos isto”, escreveu. “Eu não sei do que ele estava falando”, confessa.

Veja abaixo a “To-Do List” do ex-Beatle na íntegra.


Fonte: MTV

terça-feira, 29 de novembro de 2011

McCartney toca músicas inéditas em show de Bolonha

No show que fez em Bolonha, na Itália, Paul McCartney tocou as músicas The Word e Come and Get It, que há mais de 30 anos não apresentava ao vivo. Confira:



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

John Lennon: há 37 anos, no palco pela última vez


No dia 28 de Novembro de 1974, Elton John chamava John Lennon ao palco do Madison Square Garden. Juntos, cantaram "Whatever Gets You Thru the Night", single que estava em primeiro lugar nas paradas à época e "I Saw Her Standing There", hino imortal dos Beatles.

O que ninguém imaginava é que aquela seria a última vez que John participaria de um show em sua vida - posteriormente ainda apareceria em especiais para televisão, mas nunca mais em algo dessa magnitude. Por uma daquelas ironias do destino, sua última música nessa situação seria uma que foi cantada originalmente por Paul McCartney.

O registro ao vivo da segunda canção seria lançado no lado B do single de "Philadelphia Freedom", de Elton. Posteriormente, ainda sairia no Box Set Lennon.



Fonte: Whiplash

domingo, 27 de novembro de 2011

Livro enfoca intimidade de Paul McCartney



O jornalista britânico Howard Sounes é o primeiro a admitir que a ideia de escrever uma biografia sobre Paul McCartney não é das mais originais. Afinal, o ex-Beatle já ganhou uma dezena delas. 

“Para um biógrafo, não existe nada melhor do que uma vida boa, longa e movimentada como a de Sir Paul McCartney. Mas, como essa história já foi contada e recontada várias vezes, tive que dar um certo frescor a ela, com novas entrevistas e histórias inéditas”, afirma Sounes, que já lançou biografias sobre Charles Bukowski e Bob Dylan. 

A primeira providência tomada por Sounes foi dividir “FAB - A Intimidade de Paul McCartney”, da Editora BestSeller (700 páginas, R$ 69,90), em duas partes: na primeira, ele se debruça sobre a vida e obra do músico dentro dos Beatles, incluindo as divergências criativas com John Lennon, e, na segunda, fora deles.

“A vida do Paul fora dos Beatles é tão emocionante quanto dentro dos Fab Four. Mas, por um motivo que eu desconheço, nunca mereceu a devida atenção”, observa.

Decidido a corrigir essa distorção, Sounes passou os últimos dois anos, entrevistando cerca de 200 pessoas. Ao contrário das demais biografias sobre o ex- Beatle, a de Howard Sounes dedica um capítulo inteirinho ao tumultuado casamento (e divórcio) com a ex-modelo e ativista social Heather Mills. 

“Não sou um fã bitolado dos Beatles. Se gosto de algo, eu digo. Se não gosto, não jogo a sujeira para debaixo do tapete”, promete.

Fonte: Metro Rio

Paul McCartney vai tocar em Moscou



Numa das escalas de sua turnê de Abu Dabi para Liverpool, Paul McCartney fará uma apresentação, na quarta-feira, 14 de dezembro, no palco do Complexo Esportivo Olimpiysky, em Moscou. Paul não esconde “a felicidade de reencontrar o público russo”, e faz graça, prometendo repetir sua tentativa de dar uma voltinha de bicicleta na Praça Vermelha, proeza que, de acordo com ele mesmo, “na última vez não deu certo”.

Até hoje os russos lembram as marcantes passagens de Paul McCartney pelo país. Em 2003, o astro fez um show histórico na Praça Vermelha, em Moscou, e no ano seguinte, em 2004, na Praça do Palácio, em São Petersburgo. Os fãs de uma e de outra cidade, e também de outras regiões, há muito esperavam a volta do ídolo, que acaba de confirmar o show único de dezembro em Moscou.


Fonte: Diário da Rússia

Dentista arremata molar de John Lennon por R$ 54 mil




O dente amarelado e cariado foi classificado 
pela organizadora do leilão como "horrível"


Por: Emília Oliveira

Durante um leilão em Stockport, na Inglaterra, uma "relíquia" inusitada foi arrematada por quase 20 mil libras, cerca de R$ 54 mil. O objeto trata-se de um dente amarelado e cariado do ex-beatle John Lennon, comprado pelo dentista canadense Michael Zuk, de 49 anos.

O irreverente dentista confessou que convencer a mulher e os dois filhos de que o dente era mais importante do que um carro novo ou uma viagem de férias foi a tarefa mais difícil. "Tive que comprar presentes de casamento, aniversário e Natal para minha mulher. E minha filha me falou: ‘eu estou dirigindo um carro velho e você poderia me comprar um carro novo com esse dinheiro’", contou em entrevista ao G1.

O molar foi um "presente" de Lennon para sua empregada Dot Jarllet, que trabalhou para ele nos anos 60. O dente fazia parte da coleção de raridades do mundo do rock de Alan McGee, ex-proprietário da gravadora Creation Records.

O comprador já escreveu um livro sobre os dentes de celebridades e pretende exibir o molar de Lennon em seu consultório. "Eu gosto de comprar coisas estranhas. Tenho dentes de dinossauro, o autógrafo do último sobrevivente do Titanic. Assim que eu soube que o dente seria leiloado pensei – ‘preciso ir atrás disso’", revelou.

Karen Fairweather, uma das organizadoras do leilão, classificou o dente como "horrível'."John Lennon voltou do dentista e deu o molar para sua empregada, dizendo que ela podia jogá-lo fora ou dar para sua filha como um souvenir", contou. A expectativa era que o molar fosse leiloado por algo em torno de 12 mil libras. "Foi o item mais esquisito que já leiloamos", completou.

Clique aqui para ler uma crônica sobre a venda do dente, escrita por Ivan Lessa

Os bastidores do documentário de Scorsese




Fã do trabalho do ex-Beatle, o cineasta foi capturado
 
pelo olhar do guitarrista em uma de suas gravações

Por: Luciana Carvalho
Fonte: Exame.com

George Harrison queria fazer seu próprio filme. Por isso, gravava muitos dos lugares por onde passava. Morto por um câncer de pulmão, em 2001, o ex-guitarrista dos Beatles não teve tempo de cumprir seu objetivo, mas todas as fitas e fotografias feitas por ele não se perderam com o tempo.


O que deveria ter sido um filme feito por Harrison acabou se tornando um documentário sobre ele, com a direção de ninguém menos do que Martin Scorsese. “George Harrison: Living in the Material World” tem três horas e meia de duração e aborda toda a vida do músico, conhecido por sua personalidade mais “low profile” do que a dos outros Beatles.

Não foi fácil chegar ao resultado. Após receber o convite da viúva de Harrison, Olivia, para dirigir o documentário, Martin Scorsese hesitou bastante: não se sentia capaz de se dedicar como deveria. Mas, alguns meses depois, o cineasta mudou de ideia e, durante cinco anos, produziu o filme lançado em DVD no mês passado. Confira a seguir o que levou Scorsese a abraçar esse projeto.

O olhar de Harrison
Na première de Londres, no início de outubro, o diretor contou que foi quando estava em um quarto de hotel, sozinho, que resolveu fazer o filme. Ele tinha em mãos algumas imagens em DVD gravadas pelo guitarrista e colocou uma delas para rodar.

Na tela, um campo cheio de tulipas, o barulho do vento, o som de um assovio e uma pessoa que surge entre as flores. Era George Harrison, que lança um olhar para a câmera. “O jeito como ele olhou me fez sentir que ele estava olhando para mim”, disse Scorsese. Foi neste momento que ele teve certeza de que o filme deveria ser feito. E aquela seria sua primeira cena.

O empenho de Olivia
Depois de assistir ao documentário “No Direction Home – a Vida e a Música de Bob Dylan”, de Martin Scorsese, Olivia, a viúva de Harrison, teve certeza de que ele seria o diretor certo para concretizar o plano de seu marido.

Com um acervo de vídeos inéditos gravados pelo músico e fotografias acumuladas durante anos, ela foi atrás do cineasta para fazer a proposta. Apesar de ouvir um “não”, ela deixou com Scorsese uma amostra do material que tinha guardado. E foi esse empenho de tentar honrar seu marido, sua música e sua vida que deu o pontapé inicial para a criação de “George Harrison: Living in the Material World”.

A identificação entre Scorsese e Harrison
Desde que ouviu pela primeira vez “I Want to Hold Your Hand” no rádio, em 1964, Martin Scorsese se tornou um fã dos Beatles, principalmente do quieto George Harrison. Apesar de isso contribuir para a sua hesitação incial, Scorsese acabou por se permitir criar algo sobre alguém com quem tinha muito em comum.

George Harrison gostava de cinema e de filmar, e, por essa paixão, fundou a Handmade Films, produtora admirada por Scorsese que lançou “A Vida de Brian”, do grupo Monty Python. Além do cinema, a música, não apenas dos Beatles, é um ponto comum entre os dois.

Assim como Harrison, Scosese tem um interesse especial pela cítara. O instrumento, adotado por Harrison após se aproximar da cultura indiana, despertou a curiosidade do diretor, por seu som calmo e, ao mesmo tempo, raivoso.

E, com esses pontos em comum, um material rico e inédito, além d e um olhar arrebatador, Scorsese não teve alternativa a não ser devolver ao mundo o mesmo olhar que ele viu naquele quarto de hotel.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ringo Starr encerra turnê brasileira




Por: Celso Calheiros
Fonte: Terra

Nem mesmo um pesado chapéu de couro tipo cangaceiro atirado ao palco assim que entrou foi capaz de abalar o bom humor de Ringo Starr, na abertura da última apresentação da turnê que fez pelo Brasil com a All-Starr Band. Ringo abriu um espetáculo profissional, alegre e onde tanto cantou as músicas que todos queiram ouvir, os sucessos dos Beatles, como abriu espaço para seus músicos exibirem seus talentos na maturidade.

Ringo Starr esbanjou simpatia para uma plateia sedenta por velhos sucessos da outra banda que o ídolo também tocou, como eles mesmo chegou a brincar ao falar com aqueles que compareceram para ver o quarto entre os Beatles. A última apresentação no Brasil não teve a público que os produtores planejavam, a julgar pela facilidade com que se chegava próximo ao palco e pela promoção em um site de compras coletivas onde o ingresso de R$ 180 foi vendido pela metade do preço e 297 pessoas aproveitaram o desconto.

Se o palco reunia quase quatrocentos anos de experiência entre os sete ocupantes, na plateia a média etária até que estava bastante elevada para um show de rock no século 21. Um público formado por pessoas como Sóstenes Fonseca, 62 anos, que tem uma tatuagem que ocupa todo seu antebraço esquerdo com os quatro Beatles. Para ele, a emoção de estar no show, com seu amigo Arnaldo Pinheiro, 70 anos, era indescritível. "Eles são a realidade e o sonho de uma época", tentou resumir.

Abarton Lima, 53 anos, viajou 850 km, de Fortaleza até o Recife, especialmente para assistir ao show. Não é uma viagem simples se feita em uma moto Harley Davidson. São 12 horas estradas, que, na opinião de Abarton, valem o esforço. "Eu tenho rock nas veias e esse é o meu prazer", disse.

Abarton aproveitou para tirar uma foto com o cearense João Paulo Rossi, 30 anos, fã dos Beatles desde a infância, quando conheceu o som dos rapazes de Liverpool através da coleção completa que seu pai sempre tocava. João Paulo usava um figurino que imita os uniformes coloridos que os Beatles usaram em Sgt Peppers.

Embora a All-Star Band seja composta de grandes e velhos nomes do rock, as apresentações do guitarrista Rick Derringer (ex-McCoys), do baixista Richard Page (ex-Mr. Mister), guitarrista Wally Palmar (ex-The Romantics), o multi-instrumentista Edgar Winter (que formou a Edgar and Jonnhy Winter), o tecladista Gary Wright (ex-Spooky Tooth) chegavam a mexer com o público, mas nada era igual ao estrondo represado como sucessões tipo Yellow Submarine ou I Wanna Be Your Man.

Depois de Ringo, quem mais fez sucesso foi o albino Edgar Winter, que esbanjou seus talentos musicais em Frankenstein. O baixista Richard Page também se destacou com sua voz bonita e seu sucesso romântico Broken Wings, que sua antiga banda fez nos anos 80 (e ainda estava na memória do público com mais de 30 anos.

Confira o setlist do show:
It Don't Come Easy
Honey Dont
Choose Love
Hang On Sloopy
Free Ride
Talking in Your Sleep
I Wanna Be Your Man
Dream Weaver
Kyrie
The Other Side Of Liverpool
Yellow Submarine
Frankenstein
Back Off Boogaloo
What I Like About You
Rock and Roll, Hoochie Koo
Boys
Love Is Alive
Broken Wings
Photograph
Act Naturally
With a Little Help from My Friends
Give Peace a Chance

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