segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cee-Lo atacado por mudar letra de "Imagine"


Cee-Lo Green interpretou "Imagine", o clássico de John Lennon de 1971, na festa da passagem de ano que é transmitida todos os anos em directo de Times Square, em Nova Iorque.

O cantor alterou uma das frases da famosa música que apela à paz e à tolerância entre todos os seres humanos. Em vez de "And no religion too" ([imagina um mundo] "sem religiões") Cee-Lo cantou "And all religions true" ([imagina um mundo] "em que todas as religiões são verdade").

Depois da atuação, o Twitter de Cee-Lo foi inundado de mensagens com insultos e críticas, das quais destacamos: "Canta bem a música ou não a cantes de todo." e "Quem é que pensas que és para alterares a letra de um verdadeiro artista?"

O cantor respondeu às mensagens, explicando que queria mostrar que respeitava todas as religiões. Os seus tweets foram entretanto apagados.


Fonte: My Way

Paul McCartney fatura R$ 80 milhões em 2011


O ano que quase acabou foi bem rentável para Paul McCartney, que praticamente dobrou seus rendimentos em relação a 2010.

Segundo o jornal britânico “The Sun”, o ex-Beatle faturou 29 milhões de libras (R$ 80 milhões) em 2011. No ano anterior, os ganhos do músico ficaram na casa dos 16 milhões de libras (R$ 46,3 mi).

McCartney é considerado uma das pessoas mais ricas do Reino Unido e sua fortuna é estimada em mais de R$ 1,3 bilhão. 

Fonte: Band

McCartney critica bandas que usam gravações de apoio

Paul McCartney criticou os músicos que usam gravações de apoio durante apresentações ao vivo.

O ex-Beatle contou ao Sunday Express que ficou consternado ao ouvir do engenheiro de som Paul Pablo Boothroyd que muitos artistas usam gravações de apoio nos seus shows. O músico não revelou nomes, mas Boothroyd é conhecido por seu trabalho com bandas como AC/DC e Eurythmics.

Segundo McCartney, o erro não é algo condenável, que precisa ser disfarçado com uma gravação, mas um motivo de orgulho, prova de legitimidade da apresentação."Ficamos felizes se no final levamos uma vaia, mas não há ninguém atrás do palco, como algumas pessoas malcriadas fazem...Quando cometemos erros tocando ao vivo, nós sempre vamos e dizemos, 'Isso prova que estamos ao vivo", explicou.

Atualmente, o músico de prepara para lançar um novo álbum, Kisses on the Bottom, no dia 7 de fevereiro, com participações especiais de Eric Clapton (em "My Valentine") e Stevie Wonder (em "Only Our Hearts").

Fonte: Omelete

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ex-empresário dos Beatles fica sem dormir até hoje



Nove Libras. Esse foi o preço que Brian Epstein pagou a Allan Williams pelo passe dos Beatles, em 1962. Hoje, com 81 anos, a decisão ainda atormenta o empresário.


“Ainda fico sem dormir, 50 anos depois. Ninguém poderia imaginar que eles se tornariam o que se tornaram. Na época, haviam trezentos grupos tão bons quanto eles em Liverpool. Lembro de, um ano mais tarde, vê-los em uma apresentação diante da Rainha. Joguei um copo na televisão”, declarou o ex-manager ao Daily Mail.
Fonte: Whiplash

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Uma visão pessoal da rua Abbey Road



Silvio Boccanera, fã dos Beatles, e que mora perto da Abbey Road mostra nessa matéria sua visão pessoal da rua imortalizada pelo quarteto de Liverpool. Muito bacana essa reportagem

Há 12 anos George Harrison era esfaqueado em casa




Por: Mauro Santayana
Fonte: Jornal do Brasil

Na madrugada do dia 30 de dezembro, o ex-Beatle George Harrison e sua esposa Olivia foram atacados a facadas em casa por um dependente de drogas, numa tentativa impulsiva de assalto. O casal foi levado imediatamente para o hospital, depois que a segurança foi acionada, e escapou com vida. Da cruel atrocidade saiu com ferimentos leves, porém vivo e lúcido, o agressor Michael Abram, de 33 anos, preso logo a seguir ao atentado.

A surpreendente tentativa de assalto ocorreu quando o relógio ajustado ao fuso horário londrino marcava 3h15 da manhã. Os Harrison dormiam na suíte principal de sua mansão isolada por um gigantesco jardim sobre o rio Tâmisa, quando um barulho, seguido de um insandecido ataque vio lento a facadas, surpreendeu ambos, na noite anterior à grande festa de Réveillon que pretendiam dar no dia 31.

George e Olivia reagiram, lutaram. Mas o assaltante só parou, desarmado, após um brusco golpe na cabeça desferido pela senhora Harrison com o abajur de sua cabeceira. A segurança foi chamada logo a seguir e preso o desconhecido Michael Abram, coincidentemente avesso ao som dos Beatles.

Para penetrar na mansão de 120 quartos, o intruso precisou pular um muro de três metros de altura encimado por uma rede de arame farpado, burlar um dispositivo de segurança que funcionava ininterruptamente, do qual faziam parte também os cães.

Conhecido como “o terceiro Beatle” – depois de John Lenon e McCartney – George Harrison foi quem introduziu, com a música indiana, a influência oriental no conjunto. Seu tema Something , do álbum Abbey Road , transformou-se em uma das canções de amor mais famosas de todos os tempos.

Mistura de Beatles e ritmos brasileiros em Liverpool



Eles unem duas importantes manifestações musicais: a música dos Beatles e os ritmos brasileiros. É assim que o “Bloco do Sargento Pimenta” começa a marcar presença no cenário musical brasileiro. Era só o que faltava, se for considerado que as músicas do quarteto mais importante do rock já ganharam arranjos clássicos para orquestra e até para cantiga de ninar.

O grupo, formado há pouco mais de um ano, vai se apresentar no Réveillon carioca e, em fevereiro do próximo ano, desfila no Carnaval do Rio. Para Minas, por enquanto, a agenda guarda lugar apenas para Juiz de Fora, dia 3 de fevereiro, no Cultural Bar.

Aos 23 anos, Mateus Xavier, um dos diretores musicais da banda, não conheceu o frisson que os Beatles provocaram na música nos anos 1960. Mas isso não importa nem para ele nem para os novos jovens admiradores das famosas canções. “Em nosso primeiro show, a gente ficou pensando: ‘Será que a galera sabe a música em inglês?’ E todo mundo cantou junto”, lembra.

No desfile no Carnaval de 2011, em Botafogo, no Rio de Janeiro, a bateria com 50 pessoas arrastou cinco mil pessoas, sendo que estavam sendo esperadas apenas 500 pessoas. Em 2012, o bloco deve sair do Aterro do Flamengo e sabe lá Deus quantos outros mil foliões e roqueiros vai carregar.

A mistura musical que o bloco inventou começou com nove amigos que adoravam Carnaval e, claro, Beatles. Porém, “não sabiam nada de música”, admite Xavier.

A solução para materializar o invento foi convidar profissionais da área para botar a música de pé. Hoje, “os Pimentas” – como são chamados os membros do grupo – são mais de 70. São músicos de 20 a 60 anos divididos em guitarras, baixo, cavaquinho, sopros e vocais e a bateria, composta por surdos, caixas, repiques, tamborins, agogô. Muita pimenta.

“Queríamos fugir um pouco da ideia de associar as músicas apenas com os ritmos do carnaval”, conta Xavier. A proposta encorpou ainda mais e, além de marchinha e samba, as versões admitiram funk com “A Hard Day’s Night”, afoxé com “Drive My Car”, samba reggae com “Help”, xote com “Love Me Do” e maracatu com “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, música que fala de personagem cujo nome inspirou o nome do bloco – pepper é pimenta, em inglês.

Cerca de 25 músicas foram adaptadas até agora. Você pode ver o bloco na rua mostrando alguns desses resultados no site de compartilhamento de vídeos You Tube. A multidão delira. E os integrantes da banda também.

“Temos que ficar nos segurando para não fazermos mais versões – senão não conseguimos apresentar tudo”. O diretor musical adianta que o grupo faz contato com organizadores da Beatles Week para negociar uma apresentação festival internacional em memória da banda inglesa.

O programa é realizado em Liverpool, cidade onde os Beatles surgiram. O tema da festa deste ano será a sustentabilidade, dando a largada para a “Rio+20”, conferência mundial das Nações Unidas que acontece no Rio de Janeiro em 2012. Ações sustentáveis estarão presentes nas etapas de produção, montagem e desmontagem do programa.

A festa deste ano contará com artistas consagrados e cenários aliados a tecnologias que prometem surpreender o público, que é estimado em dois milhões de pessoas.

O show pirotécnico terá seis fases temáticas: Bem-vinda Rio+20; Energia Solar; Água; Fauna e Flora; Vento e Otimismo. Cada uma destas fases terá cores e formas características de fácil identificação para o público.

Concomitantemente com a queima de fogos, os presentes ouvirão trilha sonora montada pelo DJ João Brasil. A estrutura da queima de fogos terá 11 balsas, dispostas no mar em pontos estratégicos.

Fonte: Hoje em Dia

Paul McCartney prepara tributo em seu próximo disco

No ramo da música a palavra tributo vem ganhando conotação cada vez mais robusta. Bandas que antigamente homenageavam seus artistas favoritos hoje se sentem ofendidas ao serem chamadas meramente de banda cover. Em 2011 não se faz mais cover, se faz tributo.

Mas será um mero tributo o que Paul McCartney anda tramando para o seu próximo disco com lançamento previsto para fevereiro? Com o respaldo do renomado produtor Tommy LiPuma e de Diana Krall e sua banda de apoio, Paul preparou uma curiosa jornada, a de revisitar composições de uma era pré-rock, temas executados pelo seu pai ao piano, que ele ouvia ainda quando era criança.

Em seu site, McCartney confessou que foi uma típica questão de "agora ou nunca" e que já vinha pensando nesse formato há 20 anos. Talvez nem tanto. Não teria essa ideia lhe ocorrido em 1999, quando lançou o ótimo Run Devil Run, álbum de releituras para clássicos, obscuros ou não, dos anos dourados do rock 'n' roll? Depois da morte de Linda, Paul sentiu necessidade de revisitar suas raízes musicais naquela altura.

Agora ele volta ainda mais no tempo, afinal de contas, é hora das canções que inspiraram muitos clássicos dos Beatles receberem o devido reconhecimento. Em seu site, McCartney escreveu: "Quando comecei a compor eu percebi o quanto essas canções eram bem estruturadas. Aprendi muito com elas e sempre achei muito cool artistas como Fred Astaire, assim como compositores como Harold Arlen e Cole Porter. Eu achava que essas músicas eram mágicas."

O novo álbum de McCartney, ainda sem nome, traz um fato inédito na carreira do músico. Pela primeira vez ele gravou apenas os vocais, abrindo mão de qualquer instrumento. Situação perfeita para o ardoroso fã do instrumentista bradar que isso colaborou para uma de suas melhores performances vocais.

Claro que a melhor surpresa fica por conta dos dois novos temas de autoria de Paul, My Valentine e Only Our Hearts, trazendo respectivamente canjas de Eric Clapton e Stevie Wonder. My Valentine pintou no site de McCartney esta semana e traz o músico em tom soft/barítono, talvez em total referência a Nat King Cole. Aliás, foi com a receita gerada pelos discos de Cole que foi construído, em 1956, o famoso Capitol Records Tower, QG da gravadora e primeiro prédio circular de escritórios do mundo; com arquitetura semelhante a de uma pilha de discos amontoados num prato de uma vitrola. É nesse famoso prédio, em Hollywood, que Macca gravou boa parte de seu novo trabalho, já que é ali que se encontram legendárias salas de gravação da Capitol.

O delicado violão de Eric Clapton é outro destaque em My Valentine. Ele, um dos únicos músicos que gravou com os Beatles em estúdio (o outro foi o pianista Billy Preston), pode ter sido peça fundamental na direção do novo disco de McCartney. Clapton lançou no ano passado um álbum nos mesmos moldes, mesclando sons próprios com covers de caras como Irving Berlin, por exemplo.

A fórmula usada por Paul é manjada, mas vem surtindo muitos resultados ultimamente. Além de Clapton, outros medalhões do rock fizeram algo parecido recentemente. Robert Plant e Gregg Allman lançaram discos revisitando standards e obscuridades da era pré-rock, tudo sobre a tutela do produtor T-Bone Burnett.

Macca se defende, dizendo que foi importante manter distância de escolhas óbvias, assim, muitos dos standards são desconhecidos para algumas pessoas. "Espero que essas pessoas estejam prontas para uma surpresa agradável," conclui o baixista no seu site.

Paul McCartney jura fugir do óbvio, mas ao mesmo tempo não deixa de fazer algo bem comum hoje em dia, um disco baseado em covers, ops, em tributos.

Conheça a capa do novo álbum de Paul McCartney

Foi divulgada nesta sexta-feira a capa do novo disco de Paul McCartney, "Kisses on the Bottom". No mesmo espírito do álbum, que recupera canções da infância do ex-beatle, McCartney aparece em uma foto em preto e branco segurando dois grandes ramalhetes de flores.

Com lançamento marcado para fevereiro, "Kisses on the Bottom", adiado por mais de 20 anos, traz standards norte-americanos que influenciaram o início da carreira dos Beatles, em Liverpool. Em texto publicado em seu site oficial, Paul afirma que são canções "nas quais eu e John [Lennon] baseamos várias de nossas coisas". "Quando comecei a compor, percebi como essas músicas eram bem estruturadas, e acho que tirei muitas lições delas."

As gravações, realizadas ao longo do ano em Los Angeles, Nova York e Londres, foram conduzidas pelo produtor Tommy LiPuma e contaram com a cantora de jazz Diana Krall, assim como a banda que a acompanha. Pela primeira vez, McCartney não tocou nenhum instrumento e apenas se concentrou em interpretar as faixas.

"Sempre achei artistas como Fred Astaire muito legais. Compositores como Harold Arlen, Cole Porter, todos esses caras – eu achava as músicas simplesmente mágicas. E aí, quando me tornei compositor, achei bonita a maneira como eles fizeram essas canções."

A lista completa das faixas ainda não foi oficializada, mas estão confirmadas músicas como "I'm Gonna Sit Right Down and Write Myself a Letter" e "My Very Good Friend the Milkman", populares na voz de Fats Waller, "Get Yourself Another Fool", "Bye, Bye, Blackbird" e "It's Only a Paper Moon".

"Kisses on the Bottom" terá ainda duas faixas inéditas, "Only Our Hearts", com participação de Stevie Wonder, e "My Valentine", com Eric Clapton.

Fonte: IG

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

McCartney quer autógrafo de jogador de futebol para dar ao neto


Nos bastidores de um show em Manchester, no Reino Unido, na noite da última segunda-feira (19), Paul McCartney deu uma entrevista em que disse que estava sabendo da presença do jogador Wayne Rooney, que atua no Manchester United, e que precisava conseguir um autógrafo dele para um de seus netos. As informações são do The Sun.

McCartney também agradeceu e elogiou a presença do comediante Peter Kay e da escritora JK Rowling, famosa pela saga Harry Potter. "Peter é uma grande cara e JK uma pessoa muito amorosa, tenho sorte em conhecê-los e quero fazer um bom show para eles", disse.

O cantor também disse que 2011 foi um ano muito bom: "eu me casei, então este foi o momento mais marcantes, mas além disso, fiz ótimos shows", falou em relação ao seu casamento com a milionária Nancy Shevell, no dia 9 de outubro.

Fonte: Terra

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