terça-feira, 11 de maio de 2010

Livro transforma Beatles em zumbis

Por: Felipe Branco Cruz

Os direitos do livro “Paul is Undead – The British Zombie Invasion”, escrito por Alan Goldsher, que ainda nem foi lançado, já foram vendidos e a história deverá ganhar adaptação para o cinema. A obra literária será lançada apenas no mês que vem.

O filme será uma adaptação do livro que zumbifica o quarteto. Na obra John Lennon é um zumbi que toca guitarra. Ele então mata e ressuscita Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison para transformá-los também em zumbis e formarem uma banda. Agora, ao invés das fãs arrancarem pedaços das roupas dos Beatles, são eles que comem os cérebros das fãs. Mick Jagger também aparece na história e é uma espécie de caçador de mortos-vivos que persegue o grupo. Há espaço até para o guru indiano Maharishi Mahesh Yogi e para uma ninja com o sugestivo nome de Yoko Ono.

A adaptação cinematográfica deverá ser feita por Michael Shamberg e Stacey Sher, mesmo produtores de Pulp Fiction, de Quentin Tarantino. Nenhum estúdio manifestou ainda a intenção de bancar a obra, que está sem patrocínio.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

McCartney não quer mais dar autógrafos

Por: Lucia Camargo Nunes

Imagine passar 20, 30, 40 anos de sua vida sem poder sair direito à ruas, sem ter um minuto de sossego em público. Sim, é o preço e o peso da fama. Aos 67 anos – e pelo menos 47 deles sem privacidade – Paul McCartney disse que está cansado de ser incomodado em público para dar autógrafos. Ele afirma que é abordado porque não anda com seguranças o tempo todo.

Em entrevista a uma rádio britânica, o ex-Beatle disse que está irritado com pessoas que o interrompem num restaurante ou quando está fazendo compras para assinar seu nome. “Eu finalmente cresci e percebi que tenho meus direitos. Quando alguém chegar e me pedir um autógrafo enquanto como em um restaurante vou dizer: ‘Sinto muito, não vou dar. Espero que você entenda’. Vou só apertar sua mão.”

Ringo Starr, outro Beatle sobrevivente, já havia protestado contra autógrafos em 2008. “Eu dava autógrafos e no dia seguinte eles estavam no eBay. Então eu decidi que já tinha feito a minha parte. Acabou.”

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Beatles em 1957

Essa foto não é nenhuma raridade, mas é legal rever os Beatles ainda na adolescência

quinta-feira, 18 de março de 2010

Comercial com John Lennon irrita fãs dos Beatles

Fonte: Veja

Um novo comercial no Reino Unido vem causando a revolta de fãs dos Beatles pelo mundo todo. Eles criticam a decisão de Yoko Ono e Sean Lennon, viúva e filho de John Lennon, respectivamente, por terem autorizado o uso de uma antiga entrevista com o músico para uma propaganda de carro. Yoko e Sean se defendem e dizem que a intenção era de apenas manter viva a imagem de Lennon.

No vídeo (veja abaixo), o ex-Beatle aparece criticando quem reproduz o passado e incitando às pessoas a fazerem algo original: "Uma vez que uma coisa está feita, ela está feita. Então por que essa nostalgia - digo, pelos anos 1960 e 1970, sabe? Olhar para trás para ter inspiração, copiar o passado. Como isso pode ser rock ‘n’ roll? Faça algo você mesmo. Comece algo novo. Vivam suas vidas agora, entendem o que eu quero dizer?". A fala de Lennon é então seguida por imagens do novo modelo "anti-retro" DS-3 da Citroen.

A utilização da imagem do cantor no anúncio fez com que várias pessoas se voltassem contra Sean e Yoko pela internet. Um deles, que assina como Stew, recorreu ao Twitter para atacar o filho do ex-Beatle. "Você e Oko venderam John ao permitir que a Citroen o usasse para vender seus carros. Os fãs ingleses estão enojados com vocês dois", critica. "Você e sua mãe são um par de sanguessugas sem talento. Vocês não merecem o sobrenome Lennon. Aproveitem o dinheiro... não pode comprar amor!"

Diante da profusão de protestos, Sean saiu em defesa da mãe e explicou a decisão de autorizar a veiculação da entrevista no comercial. "Ela não fez isso por dinheiro. Tem a ver com a tentativa de manter meu pai na consciência pública. Sem LPs, a TV é a forma de expô-lo aos jovens", justifica.  


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Yoko Ono quer explicar como acabaram os Beatles



Yoko Ono, a viúva de John Lennon, acusada de ter separado os Beatles, decidiu contar a sua versão dos factos. É através de um livro que o fará, durante os próximos cinco anos. 

A vida com John Lennon será um dos tópicos que abordará, assim como tentará desmistificar a sua culpa no fim dos fab four. «Vou adorar fazê-lo, apenas tenho que ter tempo para isso.» assinalou em relação à publicação, como informa a «MusicNews». 

Muitos são os fãs de Beatles que a têm apontado como culpada da separação dos mesmos, acusando-a ainda de ter medo de escrever um livro. 

Como motivos defendem que Yoko tem receio de magoar aqueles que sempre foram próximos do quatro rapazes, como a ex-mulher de Lennon, Cynthia Lennon. O grupo separou-se em 1968, depois de John conhecer Yoko.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Em Vitória Tony Sheridan Lembra os Beatles




Em sua passagem por Vitória, onde se apresenta no próximo fim de semana, o guitarrista inglês Tony Sheridan lembrou hoje alguns dos principais momentos de sua carreira e do período em que passou ao lado dos Beatles, no início dos anos 60.

Em sua curta passagem pelo Brasil, Sheridan fará um megashow na praia de Camburi, na capital do Espírito Santo, no próximo domingo, ao lado da banda Clube Big Beatles, um dos mais tradicionais grupos brasileiros de tributo ao quarteto de Liverpool.

Um dia antes, se apresentará na casa Spírito Jazz, também em Vitória, como parte do Projeto Sócio de Carteirinha, idealizado pelo Clube Big Beatles, que vai acompanhá-lo em seus shows no país.

Considerado o responsável por lançar os Beatles no mundo dos discos ao convidá-los para ser sua banda de apoio durante uma série de gravações em Hamburgo, na Alemanha, o músico contou como o rock n' roll influenciou os jovens do período pós-guerra na Inglaterra.

"Todos nós passamos pela puberdade. Para quem nasceu nos anos 40 na Inglaterra, e isso inclui os garotos de Liverpool, a puberdade e o rock n' roll aconteceram mais ou menos na mesma época, e aquilo significava a liberdade para nós", disse.

"Para mim, olhando agora, vejo que isso tudo foi resultado da Segunda Guerra Mundial. Quando fui convidado pela primeira vez para tocar na Alemanha, para os 'inimigos', todos em Londres falavam que o rock n' roll estava morrendo e que nós precisaríamos arrumar um 'emprego de verdade'. Por isso não duvidei em me mudar para a Alemanha", afirmou.

O guitarrista inglês, que foi apelidado de "O Professor" por John Lennon e George Harrison, comentou também sobre seu contato com os Beatles, quando eles se apresentavam no "distrito da luz vermelha" em Hamburgo.

"Quando eu tocava com os Beatles nós fazíamos um blues bem rústico, muito diferente do que a banda se tornou depois, em seus primeiros discos. Naquela época, fizemos mais de 100 shows, e é uma pena que ninguém nunca poderá saber como era nosso som naquele tempo, porque nada foi gravado", contou.

Sheridan lembrou ainda a importância de sua vida na Alemanha do pós-guerra, e sua influência sobre os jovens do país naquele momento. "Pode parecer arrogante dizer isto, mas eu queria influenciar os jovens alemães, mostrar a eles o mundo que surgiu depois da Segunda Guerra Mundial", declarou.

"Na Inglaterra, tínhamos o rock n' roll, experimentávamos novas sensações, e eles não tinham nada disso. O período em que Hitler passou no poder deixou uma cicatriz profunda em todos os alemães, e acho que podia ajudá-los a superar isso", disse Sheridan.

O guitarrista comentou ainda sobre o período em que tocou para as tropas americanas durante a Guerra do Vietnã, e brincou sobre a oposição de Lennon ao conflito.

"Fui para o Vietnã procurar novos ares, porque já estava há muito tempo na Alemanha. Foi uma experiência única tocar para os americanos e, como um músico inglês de rock n' roll, posso dizer que pela primeira vez me senti completamente aceito depois disso. Talvez, se John (Lennon) tivesse ido para lá também em vez de ficar protestando em Nova York, a guerra tivesse acabado bem antes", concluiu.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Beatles chegam à era digital dentro de uma maçã



Fonte: O Globo

As músicas dos Beatles vão finalmente entrar na era digital. Mas não via o serviço iTunes, da Apple, ou qualquer outra loja de música on-line. Em vez disso, virá num USB pen drive no formato de uma maçã verde - em homenagem ao velho selo nos discos do quarteto - de 16MB, com tiragem limitada, informou ontem a EMI, que detém o catálogo dos Beatles.

A versão USB conterá as versões digitais da caixa de CDs lançada em setembro, com 14 álbuns remasterizados, além de 13 minidocumentários, capas de discos e fotos raras. Serão colocadas à venda apenas 30 mil maçãs USB.

A maçã USB será lançada dia 7 de dezembro no Reino Unido e 8 de dezembro na América do Norte. Mas já pode ser encomendada no site oficial dos Beatles (www.thebeatles.com), por US$ 279,99 - contra os US$ 180 da caixa de CDs, recorda o site Macworld.

A EMI nunca autorizou a venda de músicas dos Beatles on-line por falta de um acordo com a Apple Corps., dona do catálogo do quarteto e sem relação com a fabricante de computadores Apple.

Só que os mais apressados já encontram músicas dos Beatles na internet - ilegalmente, claro. Ontem mesmo a EMI abriu um processo em uma corte americana contra o site Bluebeat.com, que estava vendendo downloads por US$ 0,25 cada música.

O site trazia inclusive a caixa remasterizada lançada em setembro. A EMI afirmou que o Bluebeat.com não tem autorização para comercializar as músicas. A controladora do site, a Media Rights Technologies, sediada na Califórnia, não comentou sobre o processo.

Mas se alguém achar que o formato digital não combina com os Fab Four, basta aguardar. As versões em vinil devem sair em breve.

sábado, 31 de outubro de 2009

Vettel gasta quase R$ 7 mil em disco dos Beatles



Fonte: Terra

Disputando o título da Fórmula 1 deste ano, Sebastian Vettel não deixa uma outra paixão sair de sua cabeça. O piloto alemão acaba de desembolsar US$ 4 mil (quase R$ 7 mil)em um disco de vinil autografado dos Beatles.

A cópia original do disco do quarteto de Liverpool é de 1963 pertence à Ann Bradshow, uma jornalista que já trabalhou como sua assessora de imprensa.

"Eu mandei um e-mail para ele pedindo para comprar o disco. Eu darei a ele no final da corrida de Abu Dhabi", contou a jornalista.

Vettel, que tem uma coleção de discos dos Beatles, está em terceiro lugar no Mundial de Fórmula 1, com 16 pontos a menos que o líder Jenson Button.

domingo, 13 de setembro de 2009

Rock Band aprovado por John Lennon

Cover do ex-Beatle testou com o JT o jogo
que traz 45 canções do grupo de Liverpool

Por: Felipe Branco Cruz, do Jornal da Tarde

A última quarta-feira foi um dia incomum. Pelo menos para os beatlemaníacos, que viram na cabalística data 09/09/09 um marco: o lançamento do jogo "Rock Band: Beatles" e da discografia completa da banda, remasterizada. O JT não deixou a data passar em branco e convidou Fábio Colombini, cover de John Lennon, do grupo Beatles 4 Ever, para incorporar o Lennon virtual e dar sua opinião sobre o game.

O teste, feito com o console X Box 360, aconteceu na loja UZ Games, no Shopping Ibirapuera, e o veredicto foi dos melhores. “É impressionante o nível de fidelidade com que os gráficos reproduzem momentos-chave da carreira do grupo. Os produtores perceberam que não podiam vacilar com os fãs e capricharam.”

Nos Estados Unidos, o jogo vem acompanhado de instrumentos que reproduzem os clássicos modelos utilizados pela banda, como a guitarra Rickenbacker 325, de Lennon, e o baixo Höfner, de Paul McCartney. No Brasil, as peças só estarão disponíveis em 2010. O teste acabou sendo feito, então, com outra guitarra – o que não impediu a diversão.

Vestido com um terninho preto semelhante ao usado pelos membros do grupo no início da carreira, Colombini começou o jogo tocando "Twist And Shout" e "Boys". Mesmo já familiarizado com o estilo do game, o nosso Lennon preferiu não arriscar e escolheu o módulo fácil. Depois de dez notas seguidas sem erro, ele esboçou o primeiro sorriso. O resultado surpreendeu: 98% de aprovação.

No total, são 45 canções, que passam por todas as fases da carreira dos Beatles. A cada música, há um cenário diferente e significativo, como, por exemplo, o Cavern Club, os estúdios Abbey Road, o programa de TV Ed Sulivan Show, o Shea Stadium e até o teto da sede da gravadora Apple, onde a banda fez a sua última apresentação.

Entre uma música e outra, Colombini soltava comentários do tipo “a reprodução da mesa de som é idêntica à de Abbey Road” ou “a forma como Ringo pega nas baquetas e a desliza na bateria é assustadoramente igual”.

Uma característica do novo jogo que o diferencia dos outros da série Rock Band é a falta das vaias. Nos anteriores, quando um jogador tocava muito mal, o público vaiava. Como não pega bem vaiar os Beatles, os produtores acharam melhor retirar o efeito.

Mudando o traje para a farda verde de Lennon em Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Colombini foi ao nível médio para interpretar "Lucy in The Sky With Diamonds" e "I Am The Walrus". “Não dá para aprender a tocar guitarra com o jogo, mas percebi que os produtores tiveram o cuidado de manter os mesmos acordes.” O game funciona assim: as notas são representadas por cores e o jogador precisa apertar a tecla com a cor correspondente na guitarra no mesmo momento em que é passada no televisor.

Para se despedir, Colombini mudou o figurino de novo e, com um terno branco semelhante ao utilizado por seu ídolo em Abbey Road, reproduziu "I Want You". “Eles estão no teto da Apple, foi a última apresentação do grupo”, observou o Lennon brasileiro. O ‘show’ acabou com a canção Revolution. “Uma pena não ter a bateria para tocar. Acho que ela seria o instrumento mais divertido.” Assim, ficou no ar a expectativa para o ano que vem, quando o game chegará completo ao País.

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